Bandeirantes (Novo Horizonte - SP)

CINE BANDEIRANTES: VIDA E MORTE 

Por Francisco Carlos Lopes, ou simplesmente Chico Lopes. Ficcionista, poeta, artista plástico, tradutor, crítico literário e de cinema.

Acho que, o que primeiro me vem à memória, sempre, é a porta, barulhenta (não se abria ou fechava sem um estrépito, que às vezes parecia refletir a irritação do funcionário que a erguia); porta de ferro com losangos vazados, parecida às dos açougues, era fácil olhar para os cartazes, para a movimentação lá dentro, do gerente, do homem que cuidava da projeção e que, por vezes, se improvisava apanhador de ingressos. Para mim, ali estava o mistério mais excitante do mundo.

Foi particularmente assim, um mundo sagrado, enquanto não pude entrar nos filmes proibidos para menores de 14 anos, e ficava à porta, tentando adivinhar o que seriam os filmes interditados, encantado com os cartazes, a misteriosa linguagem ali impressa – “more than” e “and introducing”, por exemplo, eram para mim nomes de atores ou atrizes, e o que poderia significar “ac.comp.nac.” * ?

* “Ac.comp.nac” era simplesmente “Acompanha Complemento Nacional”, ou seja, algum noticiário curto de Herbert Richers ou da Atlântida sobre políticos e suas inaugurações e outras festividades cívicas rançosas, que víamos com impaciência, esperando pelo filme.

Curioso é que eu não tinha um gênero cinematográfico preferido; para mim, ir ao cinema significava aceitar tudo que a tela trazia. Mas me desgostava um pouco com os filmes de guerra, excessivamente masculinos, em preto e branco, sem romance, sem mulheres para dar àquilo o encanto devido. Nos faroestes, ficava fascinado pelos índios especialmente: com os ornamentos, as caras pintadas, as cores, a gritaria, o cerco ritual às diligências ou as revanches à cavalaria, eram um perigo mágico, um elemento com não sei quê de transcendente que vitalizava os filmes.

Quando vivia isso, penso que era ainda um menino de calças curtas, que tinha uma paixão similar pelos gibis. Ia com pilhas no braço trocá-los, à entrada das matinês (“vesperal às 14 horas”). Tarzan, Zorro, Fantasma, Kid Colt, Cavaleiro Negro. Gostava mais dos da Ebal (a outra editora onipresente era a Rio Gráfica), porque o papel parecia mais nobre, lisinho, e as capas eram mais bonitas. Eu escrevia um “F.C.L” (de Francisco Carlos Lopes, meu nome completo) e sobre minhas iniciais desenhava uma coroa, nas capas. Gastava um dinheiro, arrumado sabia Deus como por minha mãe, com gibis novos, nas bancas de seu Tiani e seu Armando. Meu mundo era esse, e, se bem eu tivesse consciência da pobreza da família, como é que iria abrir mão de meus pequenos sonhos?
   
Passavam circos pela cidade, mas, apesar de alguns terem atrações bem impressionantes, eu não me entusiasmava muito. Creio que fui apenas a um ou dois espetáculos. Teatro, não havia. Cinema, gibi e rádio eram tudo. Desenhava muito também, a lápis de cor, naqueles cadernos de papel precário, imitando mal as histórias em quadrinhos, criando as minhas, inventando também cartazes para filmes imaginários (nesses, as atrizes e os atores levavam nomes como “More than” e “And introducing”). Eu só vim a aprender Inglês lá pelos dezesseis anos.

Minhas irmãs tinham peso sobre meus gostos, Elvira principalmente, pouco mais velha que eu. Assim, me lembro de que compartilhava do entusiasmo dela por galãs como John Gavin, Tab Hunter, Troy Donahue, Elvis, Rock Hudson, estrelas como Sandra Dee e Debbie Reynolds, mas minhas irmãs mais velhas, Josefa e Santa, não iam ao cinema, que eu me lembre, a menos que acompanhadas pelos namorados ciumentos. Elas tinham predileção pelos melodramas e 
“A ponte de Waterloo” era seu filme mais lembrado. Josefa tinha como ídolos Gardel, Libertad Lamarque e Pedro Infante. Aliás, a preferência da família eram os filmes espanhóis ou latino-americanos; mesmo eu e Elvira nos animávamos mais com Joselito, Marisol, Miguel Aceves Mejia, Sara Montiel. Meu pai tinha habituado a todos com seu espanhol malaguenho abrasileirado e, mesmo não estando presente a maior parte do tempo, trabalhando nas fazendas, a língua dominava a casa, adotada sempre que um filho queria se dirigir a ele e, assim, tudo que vinha no idioma espanhol, fosse cinema, fosse música, parecia-nos mais próximo, melhor.

Nada me marcou tanto, nessa época, quanto a impossibilidade de ver “Os pássaros”, de Hitchcock. Proibido para menores de 14 anos, eu tinha lido em “Filmelândia” ou “Cinelândia” sobre as filmagens, sobre a preparação da modelo Tippi Hedren para o trabalho de atriz, e achava aquilo o que havia de mais apaixonante. Foi uma luta estúpida e inglória à porta do cine Bandeirantes tentar convencer o gerente de que eu tinha idade para entrar. Fiquei desolado, circulando pela frente, olhando três mil vezes o cartaz, esperando um gesto de complacência que não veio. Sem arredar pé da entrada, ouvi a projeção, os gritos das gaivotas e corvos, tentando “frestar” alguma coisa quando alguém abria as cortinas bordô das passagens para a sala onde se projetava o adorado, o inacessível filme. Foi ali mesmo que, anos depois, vi “Marnie – Confissões de uma ladra”, um Hitchcock que chegou precedido por críticas não muito positivas, mas me pareceu raro. Os sustos da heroína com a cor vermelha pareciam ter algum paralelo com angústias minhas que nem eu mesmo sabia quais e até hoje o revejo como um melodrama extraordinário, um dos mais refinados estudos da alma feminina.

Cine Bandeirantes - Foto da página Novo Horizonte-SP / Fotos históricas

    
Consigo me lembrar melhor de Sarita Montiel que dos faroestes, Tarzan ou outras coisas mais adequadas a um moleque. Sarita me fascinava, mas não era bem aceita por minhas irmãs, à exceção de Elvira. Sua sensualidade, seus papéis de “mulher de má vida com um grande coração”, não quebravam certas resistências puritanas. Minha mãe achava o mesmo; ademais, objetava que ela não cantava, mas “falava” (a mesma crítica que fazia a João Gilberto; ela preferia vozes potentes e melosas, como a do insuportável Agnaldo Rayol).

Apesar de relapsos com relação a missas e outros ofícios católicos, havia na minha família, exclusivamente na parte feminina, um catolicismo rígido. Minha mãe era severa demais no julgamento de atrizes, e de qualquer mulher que se destacasse um pouco mais, era fácil ouvi-la dizer que “não prestava”. A minha ideia de mulheres que “não prestavam” era, portanto, ligadas a fêmeas muito sorridentes, de batom farto, espontâneas, sensuais, cigarros na boca, frequentadoras de boates, míticas habitantes de grandes cidades. Mulheres que eu obscuramente gostaria de conhecer na cama, mas, Deus me livre, mal pensava isso, sentia que seria castigado pelos céus. Se uma vaga imitação de uma daquelas mulheres me olhasse seriamente, eu sairia correndo. Elas eram desejáveis e proibidíssimas. “Boate”, na boca de minha mãe e minhas irmãs, soava como sinônimo de todos os pecados do mundo.

Ficaram-me os finais de “Mi ultimo cuple”, “A rainha do Chantecler”, que mais? Um toureiro morria por Sarita; ela cantava “pisa, morena, pisa com garbo/ que un relicário, un relicário, te voy hacer...”. Chorávamos desesperadamente. Por amor a um homem, tornava-se freira, e lá estava cantando uma versão de “Sonho de amor” de Liszt no coro de uma igreja, anônima, no casamento de sua filha; em “A rainha do Chantecler”, seu namorado, por descobri-la uma cantora de cabaré, vai desapontado, lânguido, atirar-se ao mar, e ela chega tarde demais ao cais cercado pelas “ondas revoltas”. Eu adorava aquilo. Nada me parecia tão dramático, ninguém tão bela e injustiçada.

Tenho uma lembrança luminosa de Doris Day, mas, na verdade, não cheguei a ver um clássico como “Confidências à meia-noite” no seu tempo, porque era proibido para menores e minhas irmãs insinuavam que se tratava de algo pecaminoso. Doris Day!

A bilheteira do cine Bandeirantes chamava-se Glória, apelidada de “Glorinha”, e o nome lhe era muito apropriado. Eu a achava parecida a Romy Schneider. Era vivaz, muito solícita e simpática, e só o fato de adquirir um ingresso com ela parecia garantir a qualidade do espetáculo. No quadrado do guichê em que só tínhamos acesso a seu rosto alegre, ela era a melhor antecipação para essa cerimônia fantástica: ver o que a tela nos estava reservando lá dentro. Era entrar, então, e entre outros ritos, espantar com “xô, xô”, a grande ave pousada na montanha no crédito de abertura da Condor Filmes.
  
O prédio era velho, de uma pintura amarela já desbotada, com grandes barrados de um verde-escuro, até onde me lembro. A sala de espera era ampla, com poltronas, e tinha uma bomboniére que me parecia o máximo em luxo; chocolates, para mim, era coisa de rico, só para ser vista e admirada. Muito mais tarde, nos dias em que havia um pouco mais de cruzeiros no bolso, o que comprava ali eram balas Pomona, Cevada e Torino sabor anis (esta, por causa da cor azul, que me encantava). Ficava fascinado pelos cigarros de chocolate Pan, a barra da Falchi, com uma paisagem suíça na embalagem, as caixinhas de Mentex. Paguei caro pela obsessão com balas e doces acompanhada por uma grande aversão a dentistas: aos 14 anos, já usava uma feia ponte móvel, de garras. Bonitinho, envergonhado, não podia sorrir e, em geral, ficava sisudo nas fotografias para que meus dentes feios não ficassem patentes.
    
Tive uma coleção de figurinhas de astros e estrelas. Lembro-me de colá-las no álbum com uma cola caseira, muito ruim, usada para fazer papagaios, com farinha de trigo e água. Filmes como “Ben-Hur”
“El Cid” também viravam figurinhas, e cheguei a ter alguns desses álbuns, mas creio que não os completava – vivia me deslumbrando com tudo e tinha impulsos consumistas que se anulavam uns aos outros. Figurinhas de jogadores de futebol e estampas do sabonete Eucalol (guardo vagamente o cheiro delas) era outra mania. 
    
Não sei quantos lugares o cine Bandeirantes tinha, mas não era um cinema pequeno. Pertencente a uma cadeia que tinha matriz em Catanduva, dividia-se numa sala de projeção grande, com talvez trezentas cadeiras, e num piso superior com espaço menor que era chamado, com malícia, de “lá em cima”. Para lá, dizia-se, iam só os casais de namorados com “más intenções”. Por muito tempo, respeitei-o com temor e estranhamento, como se as coisas que nele acontecessem fossem adultas, misteriosas ou ameaçadoras demais para mim. Sentava-me embaixo e olhava para “lá” com curiosidade e cautela.

Todas essas lembranças remetem aos anos 1960, e, como eu lia muito sobre cinema, sobre música, sobre quase tudo, com uma voracidade ímpar, creio que confundo filmes vistos com filmes sobre os quais apenas li (completando falhas com uma imaginação particularmente exaltada).
    
A seriedade do cinema começa, para mim, com impressões devastadoras deixadas por “Vidas secas”, de Nelson Pereira dos Santos. Não me esqueço do garoto da família de retirantes olhando para as árvores secas da caatinga e repetindo: “Inferno... espeto quente...”. Lembro-me da mulher (a atriz Maria Ribeiro) andando torto com um sapato de salto e uma sombrinha. A cara triste do Brasil.

Tornei-me aficionado do cinema brasileiro com esse filme. Também, começava a ter a chamada “consciência social” com a minha primeira leitura séria - que fora «Capitães de areia». No cine Bandeirantes, vi “Cara a cara”, de Júlio Bressane, “Brasil 2000”, de Walter Lima Jr., “Terra em transe”, “O dragão da maldade”, “Os herdeiros”... O som era horrível, mas me fascinavam as imagens, a vitalidade, a novidade daquilo, um cinema que não era nem o americano otimista de Debbie Reynolds nem o espanhol piegas de Sarita Montiel.
     
Aconteciam coisas inesperadas, naquele cinema. Não me esqueço de um filme de Agnes Varda, “Cléo das 5 às 7”, em que a heroína, sabendo que vai ou pode morrer a uma determinada hora, vaga pela cidade, joga tempo fora. Tive ali a primeira impressão de alguma coisa próxima ao trágico da existência, de uma seriedade que a arte cinematográfica poderia ter e sobre a qual eu nunca havia pensado. O mesmo com “You're a big boy now”, do início da carreira de Coppola. E com o “Fahrenheit 451”, de Truffaut, que consegui associar, intuitivamente, a algumas imagens de Hitchcock. Com um estranho filme inglês chamado “Rapture”, em preto e branco, de que não me lembro de quase nada, exceto uma mulher à beira de um mar furioso, num rochedo? nos braços de um homem. 

Com Gilberto Rigamonti fui ver “Persona”. Pensávamos tratar-se de um filme de lesbianismo, com o sórdido e promissor título brasileiro – “Quando duas mulheres pecam”. Éramos só os dois no cinema. Um filme daqueles, no meio da semana, não tinha como atrair senão excêntricos. Saí fascinado, sem ter entendido bem. (Na verdade, eu e Gilberto gostávamos era de comédias, e descobrimos juntos ali a dupla Franco Franchi e Ciccio Ingrassia, italianos hoje esquecidos, que nos pareciam o máximo).

Mas vi lá ainda outro Bergman, “Vergonha”, e, na verdade, eu já me convencera de que o cinema podia ser Cinema, arte extremamente séria, e andava muito crítico em relação a tudo. De Fellini vi aquele episódio “Toby Dammit”, de “Histórias extraordinárias”, de Pasolini o faladíssimo “Teorema”, esperado porque meio mundo queria ver Terence Stamp nu – era um enorme atrevimento, para a época. Vi “O bebê de Rosemary”, de Polanski, e o que mais me impressionou foi a passagem da New York contemporânea para uma cidade de Idade Média com as imagens do edifício Dakota. Outra impressão forte me foi causada por “A dama enjaulada”, com Olívia de Havilland trancada naquele elevador caseiro e psicopatas, liderados por James Caan, soltos pelo casarão. A campainha, que ela acionava freneticamente, não funcionava, devido a uma pipa enroscada num fio do poste, na rua, e os carros passando indiferentes: era o feriado de 4 de julho. O que não sofri com aquela mulher!
    
Os filmes de suspense tanto me atraíam quanto me angustiavam a ponto de eu ficar dominado pelo medo, por cismas absurdas, semanas a fio, preocupando a minha família, que temia as consequências de meu nervosismo. “A mulher de palha”, com Gina Lollobrigida e Sean Connery, pregou-me um susto histérico. Num determinado momento, quando os amantes descem do avião com o marido dela morto, mas colocado em sua cadeira de rodas como se vivo estivesse, na passagem pela alfândega talvez, os óculos do defunto caem e seu olhar se projeta sobre o público. Saí correndo do cinema e correndo fui até a igreja, tirando minha mãe da missa para contar de meu pavor. Ela passou a achar que eu não podia mesmo ver esse tipo de filme, o que tornava a atração por ele ainda mais intensa.
   
Outros momentos importantes: “Bonnie & Clyde”, de Arthur Penn, “The killing of sister George”, de Richard Brooks, “Quem tem medo de Virginia Woolf?”, “Ardil 22”, “A estrela sobe”, “O rei da noite”, “O mensageiro”, “A bela da tarde”... Creio que a maior parte de meu encantamento por cinema deriva daí, dessas sessões dos anos 1960 e pedaços dos 1970.

Um pouco da velha magia ainda sobreviveu até certa altura dos anos 1980. Vi e revi, em sessões seguidas, o “Apocalypse now”, de Coppola, e “Blade Runner – O caçador de andróides”, de Ridley Scott. Naqueles tempos fundáramos o jornal “A Cidade”, e Claudemir Bellintane, o criador e diretor, lutou para que ali acontecesse uma Semana da Cultura, que foi um primeiro esforço no sentido de trazer algumas coisas culturalmente inusitadas para Novo Horizonte. Assim, tivemos exposições e conferências com artistas e promotores culturais de São José do Rio Preto, e o cinema passara a se chamar Windsor e a contar com palcos e camarins. Ele conseguiu também trazer raridades do cinema alemão. Assim, vi deslumbrado, “O enigma de Kaspar Hauser” e “Stroszeck”, de Herzog, revelações fundamentais de um cinema diferente para mim.

De Windsor, tempos depois, o cine Bandeirantes passou a chamar-se Universus Cine Teatro. Resistiu mal ao desinteresse por cinema nos anos 80, adaptando-se: filmes pornográficos, convenções, palestras de evangélicos e Seicho-no-iê, apresentações de teatro amador, dança e até mesmo um show pornô ao vivo, que provocou a ira do padre da cidade.

O quê havia para ver, depois de algum tempo, em filmes pornográficos? O mais triste era constatar que a masturbação e a ida a um filme desses eram toda a vida sexual possível na cidade, para a maior parte dos frequentadores. Sexo, para eles, era isso, essa feiura ávida, composta de umas tantas variações monótonas, nada que diferisse muito de cachorros engatados na rua ou éguas viciosas para “barranquear”. As conversas eram variações daquelas que eu ouvia entre os moleques de escola – parecem conter sempre a mesma carga de ardor desesperado, machismo cruel e ignorância brutal – os perpétuos sussurros rancorosos de predadores privados da carne da caça.

Um dia, fui-me embora de Novo Horizonte e o único cine Bandeirantes digno de ser lembrado era o que não existia mais. O Universus Cine Teatro sabia que continuava lá. Mas, já não me importava o que fosse ou para que servisse. O encanto estava perdido. Nem me espantei quando, muitos anos depois, não o reencontrei mais: fora substituído por uma galeria de lojinhas de comércio diversificado.



Em 2010, Chico Lopes viu um quadro que de cara me apaixonou: Cinema de Nova York, do grande pintor norte-americano Edward Hopper. Resolveu fazer dele uma ousada releitura: colocando, ao invés da loura que estava a um canto solitária, outra figura: a de um homem apaixonado que bebe solitário num balcão, tendo ao lado uma gaiola. Para completar esse homem solitário cuja figura delgada e longilínea evoca a de James Stewart, o cartaz de um filme. E aí entra a imagem esverdeada de Kim Novak em "Vertigo", "Um corpo que cai", de Hitchcock.

Inauguração : 1942
Exibidor : Empresa Paulista de Cinemas
Endereço : Rua 15 de novembro, 888 - Centro
Novo Horizonte - SP
Capacidade : cerca de 600 lugares
Nos anos de 1980, o cine Bandeirantes passou a se chamar Windsor e, depois, Universus Cine Teatro.
Em funcionamento ? : Não. Virou uma galeria de lojas.

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